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alta performance

high performance

Um barco pequeno mas atinge alta velocidade na água. Seu segredo são aletas hidrodinâmicas chamadas hidrofólios que fazem o veleirinho literalmente voar, reduzindo consideravelmente o atrito na água. A classe chama-se moth (mariposa). Veja o vídeo e se encante.

enrolador de genoa de PVC

jib furler using PVC pipe

Estas fotos abaixo foram retiradas do site TofaNaut Projetos e Construções. Como são de um projeto disponibilizado gratuitamente, tomei a liberdade de reproduzi-las aqui no blog nanoVELEIROS.

Materiais:

1 tubo de 50 (1m com sobra)
1 tubo de 20 (comprimento da vela + 30cm)
4 reduções 60 x 25
2 buchas de redução 25 x 20
1 cabo de aço (estai) interno no tubo de 20

E um vídeo com outro modelo de enrolador de genoa, feito também com PVC.

o Gato Rebelde

The RebelCat

Martin J. Adams desenvolveu o primeiro RebelCat quando estava no Brasil em 2001, a fim de alcançar uma ilha deserta. De lá para cá o barco à vela 'faça-você-mesmo' evolui, e hoje está no quinto modelo. O sexto modelo vem aí, destinado à crianças, e o desenvolvedor garante que será o que causará maior impacto.

O interessante dos catamarãs do Martin é que para construi-los não é necessário utilizar resina e fibra de vidro, o que torna a tarefa extremamente fácil (segundo ele). Usa-se basicamente canos de PVC, isopor e madeira. Veja abaixo como o 5º RebelCat veleja bem.

nanoVELEIRO ideal

ideal nanoSAILBOAT

Sei que há uma ‘fórmula mágica’ que conduz à extrema satisfação e divertimento sobre a água. Algo simples de ser construído, que utiliza materiais facilmente encontrados no mercado de qualquer cidade. Pequeno veleiro que pode ser levado em um carro de passeio e montado rapidamente na beira da água; surpreendente pela performance.

Os pequenos catamarãs infláveis são bons exemplos do que podemos conseguir com poucos recursos. Veja o vídeo e comprove (veja também os vídeos subsequentes).

Em breve teremos um nanoVELEIRO neste nível, porém valendo de pouquíssimos recursos, pode apostar!

inflável à vela

inflatable sailboat

Tudo começou quando pensei em qual seria a maneira mais rápida e fácil de construir um pequeno veleiro, funcional e compacto. Inspirado pelo AquaGlide Multisport, um interessante projeto de barco 4 em 1, e pela proposta do Júlio Enzo de barco inflável à vela, acabei me lembrando do meu colchão inflável de acampamento... [putz]

Então juntei as peças e construí o brinquedo em pouco mais de 3 horas. Já tinha um mastro de alumínio perfeito que é o que sobrou de uma antena PX. Comprei canos e conexões de PVC, cola, 5m de uma cordinha de seda e lona plástica para a primeira vela; total = R$48,40. Montei tudo, exceto a bolina, e fui para a represa sabendo que poderia dar tudo errado. No primeiro teste fiquei surpreso que, mesmo com pouquíssimo vento, a plataforma inflável deslizou pela água a favor do vento, deliciosamente. Mas, a contra vento, nada que eu fizesse me trazia de volta ao ponto de partida.

O passo seguinte foi, obviamente, tentar corrigir a falha anterior. Como fiz com o leme, cortei outro pedaço de uma placa de acrílico e instalei no cano de PVC que já havia deixado propositadamente para esta finalidade, pois atravessa longitudinalmente a parte de baixo do inflável. Reforcei a emenda com fibra de vidro, o que ajudou a manter a vedação do cano de PVC [embora a resina poliéster não seja totalmente impermeável].

Voltei com a plataforma à represa e já senti melhoras significativas na navegação, embora ache que tanto bolina quanto leme devam ser aumentados. Mas agora consigo ir e voltar dentro da pequena represa aqui no fundo do quintal (video), mas o limite físico e a falta de vento me obrigarão a tomar uma atitude mais enérgica, conforme verá na próxima postagem do meu primeiro nanoVELEIRO funcional.

pele sobre esqueleto de PVC

skin on frame PVC pipe kayak

A primeira embarcação que construí, ajudado pelo meu irmão Zé Ricardo e meus sobrinhos Erick e Derek, foi um caiaque skin on frame, ou pele sobre armação. Como 'pele' usamos lona plástica comum e como armação usamos tubos de PVC e MDF. Criei o projeto no software SketchUp da Google e usei posteriormente o Pepakura Designer para programar a impressão [veja como foi fácil cortar os tubos de PVC no formato certo usando o Pepakura].

Este primeiro modelo ficou um tanto instável na água, acredito que por causa do comprimento curto e formato do casco. Assim, decidi refazer o projeto melhorando alguns pontos e aumentei seu tamanho. Agora, com quase 4 metros de comprimento, flutuou muito bem e resistiu a um teste de esforço incrível: 170 Kg de carga [Maurício contador e eu juntos à bordo]. Veja imagens.

Finalmente ajustei algumas linhas do modelo e parece que ficou muito bom, porém ainda não continuei os testes. Ainda voltarei a trabalhar neste projeto já que desejo ter, como resultado final, um pequeno trimarã skin on frame fácil de montar/desmontar. Mas por enquanto vou me dedicar a outros processos construtivos. Finalizando a postagem um rápido vídeo do caiaque 'pele sobre esqueleto de PVC' em seu primeiro teste.