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mono-cat

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Pequenos catamarãs navegam no mar báltico. São barcos de madeira feitos em casa com "uma técnica totalmente independente, autodesenvolvida, otimizada desde o início para o faça-você-mesmo no ambiente domiciliar e que rompe radicalmente com os métodos tradicionais de construção de barcos". São simples, ligeiros, robustos, elegantes e baratos, segundo o grupo que os concebeu.

O método de construção utiliza compensado naval bem fino, com 2,5mm de espessura, que depois de devidamente cortado é 'enrolado' em cavernas também de madeira com auxílio de correias e vapor de água. As seções tranversais mantêm sua posição beneficiadas por pequenas saliências previamente instaladas na parte interna do casco. Estas seções têm seu formato alterado continuamente da proa para a popa do barco, formando o design do casco. Pequenas quilhas substituem as bolinas e permitem a ancoragem confortável na areia da praia. Finalmente o laminado de fibra de vidro une tudo, protegendo e dando o acabamento final ao veleiro.

Este processo de construção origina barcos muito leves, que torna possível alcançar benefícios comparáveis com os barcos normais mesmo usando velas menores. Pessoalmente gostei do modelo mc387u de 2001, com 3,87m de casco e área vélica recomendada de 8 a 10m². Uma boa inspiração para o novo modelo 'classe econômica'. Veja a tabela (amplie).

o Gato Rebelde

The RebelCat

Martin J. Adams desenvolveu o primeiro RebelCat quando estava no Brasil em 2001, a fim de alcançar uma ilha deserta. De lá para cá o barco à vela 'faça-você-mesmo' evolui, e hoje está no quinto modelo. O sexto modelo vem aí, destinado à crianças, e o desenvolvedor garante que será o que causará maior impacto.

O interessante dos catamarãs do Martin é que para construi-los não é necessário utilizar resina e fibra de vidro, o que torna a tarefa extremamente fácil (segundo ele). Usa-se basicamente canos de PVC, isopor e madeira. Veja abaixo como o 5º RebelCat veleja bem.

corky

Corky, a pint-sized sailer

Na edição de 1950 da revista "Boat Builder's Annual" saiu um artigo com o título "Corky, um veleiro de quarto de tamanho" [ou algo assim]. O autor, David M. Swartwout, projetou o veleirinho pelo método stitch and glue incorporando e usando as excelentes características de flutuabilidade de uma câmara de ar de pneu de caminhão.

A próxima imagem é uma cópia deste artigo, clique para ampliar e aproveite!

Segue abaixo algumas fotos deste nanoVELEIRO interessante.