Candonga damNeste domingo das mães saímos para um passeio na represa de Candonga. Meu irmão Mário queria testar um bote inflável e eu por à prova o colchão inflável à vela, minha primeira construção 'classe econômica'.Saímos de Viçosa ainda de madrugada e chegamos ao nosso destino logo que o dia amanheceu. Infelizmente não estava ventando como gostaria; mesmo assim consegui conduzir, vagarosamente, o barquinho pela represa. Foi proveitoso na medida em que pude treinar algumas manobras e entender detalhes deste esporte/hobby. Este deve ter sido o último teste deste brinquedo que teve a finalidade de me fazer deslizar ao sabor dos ventos; e cumpriu o seu papel. O próximo projeto será um pouco mais audacioso. A nota que dou para este nanoVELEIRO ultra simples é 10 em portabilidade e 1 em performance. HEHEHEHE. Uma tartaruga marinha seria mais veloz! Que venha o próximo!!
inflatable sailboatTudo começou quando pensei em qual seria a maneira mais rápida e fácil de construir um pequeno veleiro, funcional e compacto. Inspirado pelo AquaGlide Multisport, um interessante projeto de barco 4 em 1, e pela proposta do Júlio Enzo de barco inflável à vela, acabei me lembrando do meu colchão inflável de acampamento... [putz]Então juntei as peças e construí o brinquedo em pouco mais de 3 horas. Já tinha um mastro de alumínio perfeito que é o que sobrou de uma antena PX. Comprei canos e conexões de PVC, cola, 5m de uma cordinha de seda e lona plástica para a primeira vela; total = R$48,40. Montei tudo, exceto a bolina, e fui para a represa sabendo que poderia dar tudo errado. No primeiro teste fiquei surpreso que, mesmo com pouquíssimo vento, a plataforma inflável deslizou pela água a favor do vento, deliciosamente. Mas, a contra vento, nada que eu fizesse me trazia de volta ao ponto de partida.O passo seguinte foi, obviamente, tentar corrigir a falha anterior. Como fiz com o leme, cortei outro pedaço de uma placa de acrílico e instalei no cano de PVC que já havia deixado propositadamente para esta finalidade, pois atravessa longitudinalmente a parte de baixo do inflável. Reforcei a emenda com fibra de vidro, o que ajudou a manter a vedação do cano de PVC [embora a resina poliéster não seja totalmente impermeável]. Voltei com a plataforma à represa e já senti melhoras significativas na navegação, embora ache que tanto bolina quanto leme devam ser aumentados. Mas agora consigo ir e voltar dentro da pequena represa aqui no fundo do quintal (video), mas o limite físico e a falta de vento me obrigarão a tomar uma atitude mais enérgica, conforme verá na próxima postagem do meu primeiro nanoVELEIRO funcional.